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Liberdade parcial para membros da Igreja Zion na China: novas acusações

Nove membros da Igreja Zion, em Pequim, foram liberados sob fiança após mais de oito meses de detenção, enquanto outros nove líderes da igreja enfrentam acusações mais sérias. Este caso, conhecido como o "Caso da Igreja Zion 10.9", destaca a crescente repressão religiosa na China.

Liberdade parcial para membros da Igreja Zion na China: novas acusações
Nove membros da Igreja Zion foram liberados após mais de oito meses de detenção, mas outros enfrentam acusações mais graves.

Contexto da repressão religiosa na China

A repressão à liberdade religiosa na China tem se intensificado nos últimos anos, especialmente contra igrejas não registradas e movimentos religiosos independentes. A Igreja Zion, uma das mais proeminentes igrejas domésticas em Pequim, foi alvo de uma operação de grande escala que começou em 9 de outubro de 2025. Desde então, muitos de seus líderes e membros foram detidos sob acusações que, segundo críticos, são infundadas e motivadas politicamente.


O que aconteceu com os membros da Igreja Zion

No dia 18 de junho de 2026, foi anunciada a liberação de nove membros da Igreja Zion, incluindo Sun Cong, Liu Jiang e Li Shengjuan. Eles foram liberados após o término do período máximo de detenção investigativa permitido pela lei chinesa, que é de sete meses. A liberação foi recebida com alegria por familiares e colegas da igreja, que se reuniram em Beihai, na região de Guangxi, para recebê-los.


Entretanto, a situação dos nove líderes restantes é preocupante. Eles foram transferidos para o Procuradoria do Distrito de Yinhai, onde enfrentam acusações mais graves, como "operações comerciais ilegais" e "fraude", substituindo as acusações iniciais de "uso ilegal de redes de informação". Entre os líderes estão Pastor Ezra Jin Mingri, Pastor Wang Lin e Pastor Gao Yingjia.



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